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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
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Banda irlandesa voltou aos palcos após acidente com o vocalista Bono
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A Privalia, clube de compras on-line afirma que será o primeiro outlet virtual a vender por meio do Facebook. Batizada de Fan Shop, a loja virtual começa a funcionar este mês, exclusivamente para os fãs do clube no site de relacionamento, que poderão usufruir de campanhas exclusivas e comprar antecipadamente produtos de marcas "premium" com até 70% de desconto.

O Fan Shop afirma estar inaugurando um novo conceito, o social shopping, no qual os usuários podem, além de comprar, interagir entre eles. "Imagine uma vitrine virtual onde você escolhe o que deseja ao mesmo tempo em que pede a opinião de uma amiga sobre um sapato ou uma calça da grife desejada. O conceito social shopping permite que você faça suas compras garantindo sempre a opinião dos amigos, e o melhor de tudo, na comodidade da sua casa", comentou CMO da Privalia Brasil, Thaiza Estevão.

A rede possui 1,5 milhão de sócios cadastrados e afirma ter disparado em crescimento no primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado. Agora, espera aumentar as vendas em 30%. Para a Privalia, trata-se de estratégia com dois conceitos: o comércio eletrônico e as redes sociais.
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Tecnologia está em desenvolvimento por instituto israelense.
Portadores de deficiência conseguiram jogar e escrever.
Anton Plotkin, membro do Instituto Weizmann, em Israel, demonstra como usar a internet com um aparelho acionado pela respiração. O aparelho, um pequeno tubo instalado na entrada da narina e conectado a um sensor que mede a pressão, é parecido com os tubos usados para administrar oxigênio em pacientes nos hospitais. Os portadores de deficiência que o testaram conseguiram rapidamente jogar e escrever. Um tetraplégico pode utilizar o controle da respiração para conduzir uma cadeira de rodas elétrica com uma grande precisão depois de apenas 15 minutos de treinamento, segundo o estudo. (Foto: Nir Elias/Reuters)

tecnologia ainda está em desenvolvimento e o Instituto Weizmann já solicitou a patente. Se chegar a uma etapa de produção em massa, o aparelho não deverá custar mais de US$ 20, segundo Noam Sobel, um dos autores do estudo.

Fonte: G1
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