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MovieClip.prototype.tabEnabled = false; Button.prototype.tabEnabled = false; Stage.scaleMode = "noScale"; Stage.align = 'TL'; function go() { if(_root.id.length > 0) { if(_root.ie == 'true') { fscommand("go",_root.lnk); } else { getURL(_root.lnk,'_blank'); } } } function fechar() { if(_root.id.length > 0) { if(_root.ie == 'true') { fscommand("fecha",""); } else { getURL('java script:fechaBannerGlb("' +_root.div+ '");'); } } } Função de click: on(release) { _root.go(); } Função do botão de fechar: on(release) { _root.fechar(); }

Parece que o debate envolvendo Flash e os gadgets da Apple só incentiva os fãs do plugin da Adobe a buscarem meios de rodá-lo sem a necessidade de instalação.

A criação mais recente é o Smokescreen, um Flash player escrito em JavaScript. Em outras palavras, ele converte Flash em Java em tempo real.

Segundo o site do desenvolvedor, o conversor “roda completamente no navegador, lê os [arquivos] binários em SWF, descompacta-os (em JS nativo), extrai as imagens e áudio incorporados e os transforma em data:URIs codificados em base 64, então reúne os gráficos vetoriais como um SVG animado”. Resumindo: você consegue ver todo o conteúdo em Flash no seu iPhone/iPad/iPod Touch porque ele transforma o vídeo e o áudio em conteúdo Java, linguagem aceita pelos aparelhos.

Mesmo que o Smokescreen torne possível levar o Flash automaticamente aos gadgets da Apple, o conversor pode diminuir o desempenho dos gadgets por conta das mais de 8.000 linhas de código existentes e peso de 175 KB.

Essa não é a primeira tentativa de levar o Flash às criações da Apple. No final de março, surgiu um app capaz de rodar sites em Flash remotamente no iPhone..


Assista abaixo o Smokescreen em ação no iPad:
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