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MovieClip.prototype.tabEnabled = false; Button.prototype.tabEnabled = false; Stage.scaleMode = "noScale"; Stage.align = 'TL'; function go() { if(_root.id.length > 0) { if(_root.ie == 'true') { fscommand("go",_root.lnk); } else { getURL(_root.lnk,'_blank'); } } } function fechar() { if(_root.id.length > 0) { if(_root.ie == 'true') { fscommand("fecha",""); } else { getURL('java script:fechaBannerGlb("' +_root.div+ '");'); } } } Função de click: on(release) { _root.go(); } Função do botão de fechar: on(release) { _root.fechar(); }

A batalha entre Adobe e Apple diante do uso do Flash continua. Após a carta aberta de Steve Jobs explicando os motivos que levaram o CEO da Apple a impedir qualquer gadget de sua fabricação a utilizar o Flash, foi a vez da Adobe retribuir a gentileza: campanha e outra carta aberta.

Chamada de "We love choice", ou "Nós amamos escolhas", a campanha critica as atitudes da Apple diante do Flash. Há banners que dizem que a Adobe ama a Apple, mas afirma também que a fabricante tira a liberdade das pessoas quando determina que o Flash não estrará em seus gadgets.

Os anúncios vão além da internet e chegaram às páginas impressas. Um exemplo foi o anúncio de página inteira da edição de hoje do Washington Post, que publicou uma carta aberta escrita pelos fundadores da empresa, Chuck Geschke e John Warnock, que também pode ser lida no site oficial da Adobe (em inglês).

Banners espalhados pela web dizem "Nós amamos a Apple. O que não amamos é alguém tirando sua liberdade de escolher o que criar, como criar, e como conhecer a web". Os anúncios levam o leitor até a carta completa, que discorre sobre a falta de liberdade que a Apple impõe aos usuários de seus gadgets, além de afirmar que a empresa não pode controlar a internet.

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